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A INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS DA OBRA DE FREUD, DE 1895 A 1938.
O sonhador produz imagens carregadas de sentimentos, coloridas, de forte poder de ação, compelindo o Ego a intervir e interagir. Mas o sonhador não acorda; continua dormindo.
Isto acontece todas as noites, de quatro a seis vezes, com todos os seres humanos, de todas as Eras. A garantia para este fenômeno é a censura onírica, que promove o esquecimento sumário dos sonhos de adultos e promove também a distorção acentuada dos 0,1% dos sonhos que permanecem vivos na memória consciente, em vigília. Se a censura falha ou o movimento impulsivo alucinatório proveniente da memória é muito intenso, o adulto tem pesadelos...
Tais escapes alucinatórios têm suas leis, simples e imutáveis, que vamos conhecer pormenorizadamente em nossos doze livros sobre “Os Sonhos na Obra de Freud.”